Ganha e perde


Ganhar a guerra

Perder a vida

Perder o tempo

Ganhar o amor

Ganhar o pão

Perder a fome

Perder a cor

Ganhar a paz

Perder o sono

Ganhar a fama

Ganhar a amizade

Perder as resistências

Ganhar a linha dura

Perder a liberdade

Perder a fé

Ganhar o desespero

Perder o respeito

Ganhar a violência

Ganhar o jogo

Perder a esperança.

Tudo na vida tem seu preço!

Um dia frio, triste e cansativo…


Não sei se é a chuva, o frio que já começou, o cinza dos dias nublados, o cansaço da semana que resolveu dizer presente. Não sei se uma desssas coisas ou todas elas. Tanto faz. Acontece que me bateu uma melancolia. Aquela vontade de ficar em casa quentinha, ouvindo músicas e tomando um vinho. Bem, ficar ouvindo “Nem um dia” do Djavan ajuda né?

Saudade que já passou


Às vezes brigamos sem querer, e depois fazemos de novo as pazes, quase sem perceber.

Já se vão dias  sem sentir teu toque
Sem provar teus lábios
Sem sentir tua pele
A minha volta somente o vazio da tua falta
A alegria, a paz, a felicidade se foram
O que aconteceu afinal
Se tanto ainda nos une?
Quantos gostariam de possuir
Uma cumplicidade e um companherismo como o nosso.
Quantas vezes podemos nos comunicar,
Nos entender, sem completar as palavras.
Onde foi que erramos?
Talvez justamente ao não completar as palavras
Que mais precisavamos ouvir e dizer
De que adianta agora
Sofrer avaliando meus erros.
De que adianta
Apontar os erros que você também cometeu
Se isso não vai trazer você de volta
Se já não posso acarinhar teu rosto
Beijar tua face, tua pele
Te abraçar, aconchegar teu sono
E falar baixinho ao teu ouvido sonolento: noite, amor…

Truman revelou o Big Brother


O filme O Show de Truman retrata com primazia a crítica que os profissionais do cinema, e muitos teóricos da comunicação, fazem ao mundo televisivo, e aos efeitos alienadores que este produz no seu público. Essa produção americana de 1998, dos estúdios da Paramount Pictures, dirigida por Peter Weir, apresenta Jim Carrey no papel principal representando Truman, o primeiro ser vivo adotado por uma empresa, ainda no útero materno. O motivo, nada nobre, desta iniciativa era garantir os direitos de transmissão, ao vivo 24 horas, desta vida em desenvolvimento.

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Uma sugestão


Tenho sempre recebido convites de artistas diversos para participar de comunidades ou me tornar fã de suas páginas em minhas redes de relacionamento. Especialmente no Facebook que já me possibilitou conhecer muitos trabalhos que não são massivamente divulgados pela mídia. E olha que tem muita gente boa nessa situação.

A internet tem aberto enormes possibilidades de divulgação é certo. Mas é bom ter atenção com alguns detalhes. Por exemplo, se o artista ou grupo  sabe que precisa de maior divulgação do seu trabalho, mande sempre um link para o local onde ele possa ser visto, ouvido, entendido, conhecido um pouco mais. Se me convidam para ser fã da página do Milton Nascimento, eu sei do que se trata, conheço o trabalho e admiro, então aceito. Se me convidam para a página de alguém que não conheço, eu procuro ver a página, buscar links e, em alguns casos até pesquiso. Mas isso faço eu, que sou curiosa por natureza e profissão.

Sei que muita gente aceita convites sem nem mesmo ver do que se trata, apenas como cortesia. Isso resulta em páginas lotadas de fãs, ou comunidades cheias. Mas como isso vai repercutir no seu trabalho? É uma coisa para se pensar, pois a internet é um meio de comunicação mais democrático, mas também é cheio de sutilezas, esperanças e frustrações.

Eu conheci o trabalho do Celso Fonseca depois de nos tornarmos amigos no Facebook. Ele me mandou um link, e sempre posta vídeos dele no You Tube. Gostei, e adicionei no meu canal do You Tube. Assim que tiver mais tempo, vou ao show. E vou recomendar. Vou postar seus vídeos, como agora. Essa é a repercussão em rede que a internet possibilita.

Eu visito todos os links que me enviam. Gosto de algumas coisas, de outras nem tanto. Procuro sempre saber mais sobre o que me apresentam, e fico feliz em me surpreender com a qualidade e beleza de grande parte do que recebo. De qualquer forma, posso dizer que conheço ao menos um pouco dos artistas que me declaro fã. E se tiver oportunidade irei aos shows,  prestigiarei os eventos, comprarei o livro. Outras pessoas podem ser como eu, querer conhecer mais. Mas podem também não ter a paciência de pesquisar. Então facilite, adicione um link.

Sei que diz o ditado que se conselho fosse bom a gente não dava, vendia. Bem, volta e meia eu vendo os meus, faz parte da minha profissão. Mas também os dou, faz parte de quem eu sou.

Chega a dar saudades…


Quando eu era adolescente, era muito comum encontrar aquela rodinha de jovens e seus violões. Eu adorava essa música, ela tinha que estar sempre no repertório.

Na sua casa também é assim?


Quando recebi essa imagem logo pensei na minha casa em dia de faxina.

Mas pensando bem ela lembra muitas outras situações não é? Quem nunca teve um dia de Zé no trabalho? No churrasco entre amigos? Todos já fomos o Zé algum dia!