Já pensou em ser jornalista?


Acha uma profissão interessante? Fácil talvez? Esse é um bom livro para quem quer entender mais sobre a atividade jornalística. Uma dica para estudantes: se tem que fazer uma resenha e não quer ler o livro, chegou até aqui e pensou em usar o CTRL+C e CTRL+V, esqueça. Qualquer professor sabe que colocando um trecho do texto no Google pode encontrar o original.

A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística
Nilson Lage

Resenha do livro

O que caracteriza a atividade jornalística na contemporaneidade? O que necessita o jornalista para atender as demandas de seu tempo, com profissionalismo e objetividade? Em “A Reportagem. Teoria e técnica de entrevistas e pesquisa jornalística”, publicado pela Editora Record em 2005, Nilson Lage não pretende apresentar respostas definitivas a essas questões, até porque, segundo palavras do próprio autor, “os fatos tecnológicos avançam depressa demais para o tempo de produção e a durabilidade previsível de um livro”. O que se pretende é disponibilizar elementos que possam contribuir para uma reflexão acerca da atividade jornalística em um tempo marcado pela urgência e fluidez das informações. Continue lendo

O frio aproxima …


Afinal, nada melhor do que um aconchego para aquecer e espantar a friagem. De onde veio essa virada no tempo não faço idéia. Mas vou aproveitar a parte do caloroso aconchego. Se puder encontrar seu par para voltarem juntos, faça. Quando se encontrarem mais tarde, abrace. Abrace sua mãe ou seus filhos, aproveitem para conversar, ouvir uma musiquinha. Eu já escolhi uma para hoje.

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Armadilhas filosóficas


As premissas analíticas da lógica aristotélica podem ser argumentos vitoriosos em muitos debates. Sem nem perceber muitos de nós as usamos quase automaticamente em questões particulares ou públicas. Mas seguir a lógica aristotélica ao pé da letra pode levar a conclusões absurdas como:

Deus é amor
O amor é cego
Stevie Wonder é cego
Logo, Stevie Wonder é Deus

Nada é melhor do que a felicidade eterna
Um tomate já é melhor do que nada
Logo, um tomate é melhor do que a felicidade eterna

Imagine um pedaço de queijo suíço daqueles bem cheios de buracos
Quanto mais queijo, mais buracos
Cada buraco ocupa o lugar em que haveria queijo
Assim, quanto mais buracos, menos queijo
Quanto mais queijo mais buracos e quanto mais buracos menos queijo
Logo, quanto mais queijo menos queijo!

Disseram-me que eu não sou ninguém
Ninguém é perfeito
Logo, eu sou perfeito

Toda regra tem exceção
Isto é uma regra
Logo, tem exceção
Portanto, nem toda regra tem exceção

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No intervalo


Pode relaxar! A essa hora, provavelmente a sua já voltou para a casa dela. Se não voltou, está prestando atenção no Faustão ou no Sílvio Santos. Tempo suficiente para salvar e enviar para zoar com os amigos. Eu até que dei sorte, tenho pena do meu pobre marido.

Será possível?

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No intervalo


Quem lembra da moça que passava vendendo de porta em porta? Faz tempo mas eu lembro … Não lembra? Tem certeza?

Vai add?

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O prejuízo é sempre nosso… – parte IV


Quem acompanha minhas aventuras deve lembrar do episódio da ação judicial contra o Bradesco por conta de uma nota falsa em um caixa eletrônico. Se não lembra ou está chegando agora, são os posts com esse mesmo título e marcadores. Na época recebi diversas mensagens de solidariedade e incentivo e sinto que devo atualizá-los para não parecer uma história perdida, solta no ar. Eis então as novidades. Meu advogado entrou em contato para dizer que o juiz havia decidido a meu favor. Fiquei feliz com  o resultado e assim que pude fui ler a sentença na íntegra. Um misto de curiosidade pura e simples, e desejo de saber que havia sido ouvida. É um texto muito longo, cheio das argumentações legais pertinentes,e não cabe reproduzir aqui, mas quero comentar os pontos que considero mais importantes.

Quanto ao recebimento de uma nota falsa em caixa eletrônico ficou reconhecida a necessidade do banco se responsabilizar pelos serviços que presta: “Indiscutivelmente a lide tem amparo nos princípios que norteiam o Código de Proteção e Defesa do Consumidor. Desta forma, o réu responde objetivamente pelos danos gerados no exercício regular da atividade por ele desenvolvida (artigo 14, do CDC), bastando ficar comprovado o nexo de causalidade e a lesão sofrida, independentemente da existência de culpa, para nascer o dever reparar os danos causados.” Continue lendo

Para todos os amigos…


Para os amigos antigos e os novos, para os distantes e os que estão pertinhos, para os que partiram e só nos resta a saudade. Para os que nos prendem em abraço forte e para os que nos conquistaram na troca virtual.  Ainda que tenhamos nos despedido com um beijo ou uma birra. Se eu não puder te abraçar ou falar contigo hoje. Seja como for, onde quer que você esteja, quero agradecer sua amizade e celebrá-la com esta linda canção!

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