É preciso Imaginar e Fazer…


Todos concordamos que essa música dispensa apresentações? Uma beleza poética e melódica que atravessa gerações.  Sua simplicidade utópica nos lembra de coisas que desejamos tanto e a tanto tempo.  Mas que parecem cada vez mais distantes. Sua mensagem cabe em qualquer tempo,  em todos os momentos. E especialmente agora, quando nos preparamos para a chegada de um Novo Ano, nos renovando em sonhos e projetos.  Que tal pensarmos o que podemos fazer para que a herança imaginada por Lennon seja nossa realidade futura? Curtam o vídeo e soltem sua imaginação.

Share

Eterno Natal


Difícil não notar a beleza daquelas crianças, surgidas do nada, com roupas humildes e com semblante tão iluminado. Pareciam saber exatamente onde iam, enquanto subiam o morro tão determinadas. Quem seriam elas? Em dado momento, se deram as mãos, sorriram e cada qual tomou seu caminho. Continue lendo

Feliz 2011


A todos os leitores e amigos quero expressar meu  carinho e agradecimento pela companhia nessa jornada, e desejar um 2011 de realizações, sucesso e alegrias.

E continuem acompanhando nossas aventuras e desventuras nos oceanos da vida, sem medo de errar nem ser feliz.

Um forte e afetuoso abraço tupiniquim

Mônica d’Oliveira

Share

Simpatia atualizada


Meu amigo Mino de Oliveira me enviou uma dica pelo Facebook para “otimizar” o lugar na fila daqueles que, pelo sim pelo não, estão buscando meios de atrair melhor sorte em 2011.  Nas palavras dele:

“MINHA QUERIDA AMIGA… Quando vc for pular as 7 ondinhas no inicio do dia 01/01/2011, a maior população do planeta, que fica na ÁSIA, já pularam e fizeram seus pedidos 12 hs antes de vc… A DICA é o seguinte: ANTECIPE… Pule as 7 ondinhas as 13hs (horário de verão) do dia 31/12/2010. Ok. Quem sabe vc tenha mais SORTE..”
Além de bem humorado, ele é um escritor criativo divulgando sua obra mais recente onde compartilha sua visão dos caminhos do sucesso na sociedade contemporânea. Seu vídeo de divulgação é uma deliciosa mistura de criatividade e humor bem executados. Assistam e aproveitem.

 

Share

Sorvete rápido de abacaxi


Não sou culinarista. Já comentei isso. Cozinho porque gosto,  de cozinha e de oferecer deliciosas guloseimas para minha família e agregados. Meu segredo na cozinha é sempre ir provando e modificando minhas próprias receitas. Use a sua criatividade e seu paladar para ajustar as receitas que posto ao seu próprio gosto. Como está muito quente, achei que uma receita de sorvete  caseiro bem simples ia cair bem, e dá para fazer para o Ano Novo.

1 abacaxi
1 lata de creme de leite
1 lata de leite consensado
2 colheres de sopa de açúcar

Descasque o abacaxi, corte em pedaços, e cozinhe com as duas colheres de açúcar por dez minutos. Aproveite todo o suco que soltar enquanto cortar o abacaxi e coloque na panela do cozimento. Se perceber que está secando, pingue água, mas de pouco em pouco. Deixe esfriar e bata no liquificador com o creme de leite e o leite consensado.Leve ao congelador e sirva quando endurecer.Não esqueça de cobrir o recipiente (ou copinhos) antes de colocar no congelador, para evitar alterar o sabor (o gelo que fica nas paredes afeta o gosto).

Share

Metade cheio ou metade vazio?


Esses dias eu percebi que estava deprimida. Não é algo a que eu esteja acostumada, acho que por isso mesmo me neguei a reconhecer.  Enconteri uma série de explicações plausíveis para o meu desânimo. O cansaço de uma ano corrido conciliando trabalho, projetos, vida familiar, compromissos de todo tipo, nenhum menos importante que o outro. Mas isso não é novidade, nem para mim nem para outras tupiniquins. É a complexa rotina de toda mulher-mãe que trabalha. E eu já vivi períodos bem mais turbulentos sem deixar a famosa peteca cair. A essa altura já teria produzido e enviado cartões de Boas Festas, ido a todas as confraternizações de amigos e colegas de trabalho, visitado pessoas queridas, me envolvido de corpo e alma em todos os pequenos e gandes gestos que renovam nossas energias nessa época.

O Natal chegava e eu apática. Achei que era a tristeza. No início do mês minha madrinha partiu. Ela foi muito importante em minha vida, de uma maneira especial e acolhedora. Eu pessoalmente não vejo na morte um fim absoluto, mas tinha a certeza da falta que fará sua presença amorosa. Eu chorei muito. Pela perda a princípio, pela saudade eminente e principalmente por todas as coisas que planejei fazermos juntas e não fizemos porque a vida é corrida demais. As lembranças podem doer ou confortar. Algumas vezes essas emoções se misturam. Culpei a dor pelo isolamento voluntário e a palidez em todas as coisas. Mas porque isso?  Eu tinha as lembranças, e elas eram boas, felizes, encorajadoras. Eu tinha o conforto de ter dito a ela o quanto ela era significava para mim. E eu sabia que ela não gostaria de me ver com esse astral em queda livre.

Continuei cumprindo todos os prazos e tarefas inadiáveis. Isso inclui o Natal. Foi no dia de Natal que percebi que estava mais do que cansada e triste. Engraçado foi que disse para meu marido: “não sei bem, mas acho que estou deprimida”.  Todos a minha volta já haviam percebido que eu estava distante e sem ânimo. Apagada mesmo. A gente não percebe e esse abatimento vai se espalhando como rachaduras em nossa estrutura. Somos derrubados repentinamente pelas dores e mágoas que calamos,  pelo sufocamento  das obrigações e desejos que tentamos a todo custo conciliar. Não sei bem o que se recomenda numa situação dessas. Eu optei por desbafar, falar sobre todas as coisas que me afligiam, preocupavam e frustravam. Depois parei para agradecer todas as coisas boas que consegui realizar, toda pequena beleza que a vida me proporcionou. Parei de lastimar a morte e voltei a celebrar a vida para honrar a memória de quem só me fez o bem. Parei de olhar para a metade vazia do copo e comemorei o quanto já havia conseguido encher. Não tenho certeza se isso funciona sempre, ou para todas as pessoas. Está funcionando para mim. Estou retomando pouco a pouco, não a rotina estressante, mas o ânimo inspirador para viver cada momento da vida, esperando fazer dele algo de bom, sonhando, planejando e libertando minhas palavras.  Quem sabe agora termino meu livro?

Share

Narrativas de lutas e tempos turbulentos


Convite para o lançamento do livro “Por um Triz: Memórias de um Militante da AP”, do ex-presidente da Fundação Perseu Abramo Ricardo de Azevedo.

Share