Cachecol em Diagonal


Espante o frio com charme!

O clima parece estar louco. Aqui onde moro a chuva trouxe um frio, mas um frio, repentino e totalmente fora do comum. Com esse frio não consigo pensar em nada mais gostoso do que um cachecol bem fofo para esquentar o pescoço e evitar respirar o ar tão gelado.  Como minha agitação natural dificulta  aquele relaxamento paradão, olhando o tempo passar, vou relaxando fazendo coisas que me agradam para presentear a quem gosto. Esse conjunto eu fiz para minha filha. Um pouquinho na hora do jornal, um pouco na condução, nas salas de espera. Quando percebi tinha acabado. A receita é essa abaixo. Para quem conhece os pontos básicos não tem erro. Continue lendo

SOS Bombeiros – Anistia já!


Bombeiros continuam em frente à ALERJ lutando por condições de trabalho dignas. Na tarde de hoje eles se organizaram para pedir assinaturas de apoio em favor da Anistia para os bombeiros presos no dia 03 deste mês.

Foto Mônica d’Oliveira

E o chamado era atendido prontamente pela população. Minha maior dificuldade foi conseguir chegar até uma mesa e encontrar uma folha disponível. No pouco tempo em que passei ali, percebi que já haviam centenas de assinaturas. E a movimentação de fim de expediente nem havia começado.  As fitas vermelhas eram disputadas e ostentadas com orgulho nas roupas, bolsas, carros, motos, onde a criatividade mandasse.

Foto Mônica d’Oliveira

Certamente serão necessárias muitas assinaturas para sensibilizar o legislativo a tomar posição que contrarie os desmandos governamentais. Bem, eu já assinei. Se você também achar que é uma boa causa, eles estarão   na ALERJ esperando pela sua assinatura.

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Ubuntu


“Uma pessoa é uma pessoa por causa das outras pessoas”.

Ditado sul africano da tribo Ubuntu

Um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo então, propôs uma brincadeira pras crianças
que achou ser inofensiva.

Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse “já!”, elas deveriam sair correndo até o cesto e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.

As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse “Já!” instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. Elas simplesmente responderam: “Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?”

Ele ficou de cara.

Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: “Eu sou o que sou devido ao que todos nós somos.”

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O Cunhado


Em São Paulo, um cara passou mal no meio da rua, caiu, e foi levado para o setor de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, e administrado totalmente por Freiras.

Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.

Quando acordou, a seu lado estava a Freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:

– Caro Senhor, sua operação foi bem sucedida e o Senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o Senhor pretende pagar a conta do hospital? O Senhor tem seguro-saúde?

– Não, Irmã.

– Tem cartão de crédito?

– Não, Irmã.

– Pode pagar em dinheiro?

– Não tenho dinheiro, Irmã.

– Em cheque, então?

– Também não, Irmã.

– Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?

– Ah… Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.

E a Freira:

– Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!

– Magnífico! Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!

E foi então, que nasceu a expressão: “Deus lhe Pague”.

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#SOSBombeiros, artistas também apoiam


O ator Sérgio Marone produziu esse vídeo de apoio ao movimento dos bombeiros, com depoimentos de Cássia Kiss, Ary Fontoura, Elizabeth Savalla, Mateus Solano e do próprio Marone.  O convite para um #RioVermelho parece já estar sendo aceito pela população.  Eu pretendo usar vermelho até o fim dessa crise. E você?

 

 

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O amor é lindo!!!


Uma velhinha de 80 anos foi presa por estar roubando no supermercado. Quando foi levada à presença do Juiz, ele perguntou a ela: – O que a senhora roubou ?
E ela respondeu: – “Uma lata pequena de pessegos.”

O Juiz perguntou o motivo dela ter roubado a lata pequena de pessegos e ela respondeu que estava com fome.

O Juiz então perguntou a velha senhora quantos pessegos tinha dentro da lata. Ela disse que tinha 6.

O Juiz proferiu a sentença: – “Eu vou prender a senhora por 6 dias.”
Mas, antes que o Juiz pudesse terminar,o velhinho, marido da velhinha, perguntou se poderia falar sobre o acontecido.

O Juiz disse que sim e perguntou o que ele queria dizer.
Aí, o marido da velhinha disse:
“Ela também roubou uma lata de ervilhas….”

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SOS Bombeiros, vamos apoiar quem salva vidas


Assisti as imagens da manifestação dos bombeiros, da invasão do BOPE ao quartel e depois a coletiva do governador Sérgio Cabral. Me conectei ao twitter na hora, não consegui resistir. Tudo o que vi me chocou. Muito mesmo. Ver bombeiros atingidos por bombas, tiros e spray de pimenta foi assustador, e não adianta dizer que os tiros foram da única pistola apreendida com um bombeiro, o audiovisual desmente isso. Se um servidor público faz isso a outro, o que será de nós. As diversas reportagens mostram pessoas feridas, sendo atingidas por spray sentadas, revoltadas talvez com razão, e a força policial (cavalaria, caveirão, BOPE) cumprindo a “tarefa” solicitada pelo governador. Mas a cena que acredito mais impressionou a todos foi sem dúvida a dos bombeiros ajoelhados, mãos na cabeça, formando um SOS humano.  Virtual ou presencialmente, não se fala de outra coisa.

Como cidadã me revoltei de imediato. Como profissional, me permito postar aqui uma avaliação: a assessoria do governo deveria ter alertado ao governador acerca da ineficiência, mal-estar e antipatia de suas ações No imaginário da população, bombeiros serão sempre muito mais queridos do que qualquer um que ostente cargo político. Eles conquistaram merecidamente esse lugar. Não adiante tentar segmentá-los, apresentar os manifestantes como “um grupo de vândalos irresponsáveis”, unidos por uma suposta determinação político-messiânica  Eles são quase um patrimônio, heróis anônimos com quem sempre contamos quando enfrentamos grandes e pequenas tragédias.

Não vou questionar as ações sob a ótica legal, pois não tenho conhecimento nem qualificação para tal. Mas sei dizer qual a imagem política reultante, com ou sem intenção: este é um governo autoritário e truculento que avança contra profissionais que salvam vidas   E que ainda pretende se redimir destes  atos numa disparatada verborragia contra essa “coisa messiânica”, onde sobraram insinuações sem comprovação, que sugerem uma intricada teoria conspiratória envolvendo ex-governantes, deputados e evangélicos. Verdade? Pode até ser,  mas confesso que essa declaração naquele momento delicado me pareceu mais uma tentativa de justificar o injustificável. Uma pontada de intolerância que percebe as contrariedades como perseguição. E mesmo que fosse um “complô”, o que se espera de um governador é que ele saiba ter sobriedade em suas ações, maturidade política. seja um gestor resposável do dinheiro público, e acima de tudo, atue em prol da sociedade como um todo. Caso contrário, poderíamos distribuir essa vaga por sorteio no Carnaval. Não temos percebido nossos anseios atendidos, e com certeza não foi o que vimos hoje.

O governo pode processar os bombeiros presos, exonerá-los, fazer o que for, mas a realidade é que nessa batalha, com ou sem forças ocultas, ele foi o grande perdedor. A verdade? Ninguém teme perder o governador, confiamos no vice. Mas não queremos menos 600 bombeiros na corporação. Não queremos a imagem que se formou de um governo repressor, que oprime com condições indignas de trabalho e premia com a força bruta quem não se calar.  Amotinados? Motins nascem da insatisfação com a conduta tirânica e desigual na cadeia de comando. Já assistimos episódios de envio de força bruta desigual para coibir professores na porta da ALERJ, manifestantes civis e estudantes que exerciam sua liberdade de expressão repudiando a subserviência aos desmandos estadunidenses na visita de Obama,  agora contra os bombeiros. O que virá depois? É disso que a sociedade precisa?

Repito agora o que disse no twitter: Minha solidariedade aos homens e mulheres que por R$ 950,00 deixam suas famílias para nos socorres nas grandes e pequenas tragédias!