Voto em Serra porque …


Um vídeo produzido por universitários da UnB e veiculado no canal deles no You Tube “BrasileDesenvol”.  Segundo os autores, “um pouco de humor não faz mal a nínguém”. Eu concordo!

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Caminhos da rejeição


Chegando na reta final da campanha as ações e informações veiculadas pela assessoria tucana beiram a esquizofrenia. Inverdades de toda natureza brotam nas redes sociais, incluindo apoio de pessoas que rapidamente desmentem a boataria. Ontem no Facebook vários dos meus amigos que votarão em Serra difundiam uma mensagem de um blog, que se diz da campanha de Serra, afirmando que Marina Silva havia finalmente declarado apoio a Serra. A mensagem trazia uma suposta declaração de Marina Silva nada coerente com suas posições manifestas. Achei estranho e fui procurar pessoas mais próximas ao PV. Em poucas horas recebi o desmentido, publicado no blog oficial de Marina, e a postagem imediatamente desapareceu do blog de Serra. Continue lendo

Eu voto pelo Brasil!


Eu amo meu país! De um jeito que não sou capaz de explicar. Com todos seus problemas internos, todas as necessidades, todos os anseios, todos as esperanças. Me sinto irmã dos demais brasileiros, diversos em suas origens e pensamentos, corajosos, acolhedores, lutadores. Brava gente brasileira, guerreiros tupiniquins. Amanhã expressarei esse sentimento no vermelho das roupas. Farei isso por mim, pela minha família, por meus filhos, por todas as pessoas que conheço e pelas que talvez eu nunca venha a conhecer.

Eu poderia enumerar algumas ou muitas razões para não votar em outro candidato. Mas não farei isso. Acredito firmemente que o voto deve ser resultado de escolhas convictas e pessoais. E tenho confiança de que o momento em que vivemos nos permite fazer isso livremente.

Vou então falar dos motivos que me levam a votar em Dilma com convicção.

Voto em Dilma para que a fome e a miséria continuem sendo combatidas com firmeza, para que todo brasileiro possa ter uma refeição digna à sua mesa.

Voto em Dilma pelos muitos brasileiros que precisam de moradias dignas para suas famílias.

Voto em Dilma para que brasileiros de todas as origens possam ter oportunidades para concluir seus estudos, se qualificar profissional e academicamente, fortalecendo bases para construírem uma vida melhor.

Voto em Dilma para que as classes D e E possam continuar tendo poder aquisitivo, ajudando a impulsionar e movimentar a economia, incluídas no crescimento estável do país.

Voto em Dilma para que justiça social não seja somente uma alegoria e todo brasileiro possa clamar por ela.

Voto em Dilma para que a Polícia Federal continue atuando com autonomia em todo território nacional, sem cerceamento de quem pode ou não pode investigar.

Voto em Dilma para que nossas riquezas não mais sejam negociadas pelos vendilhões do país. Para que a Amazônia e a Base de Alcântara estejam protegidas sempre e nossa soberania seja defendida com coragem e determinação.

Voto em Dilma para que a Nação, do Oiapoque ao Chuí, seja o berço esplêndido de seus filhos, uma terra rica que acolhe todas as diversidades com alegria e carinho.

Voto em Dilma porque acredito nela, acredito nessa mulher forte, preparada, guerreira de grandes batalhas. Acredito na força da mulher que é mãe, avó, profissional de carreira, administradora de visão estratégica, que quando teve oportunidade fez, mesmo sem nada ter prometido. Acredito que merecemos uma presidente que acredita em nós e olha por todos com o mesmo afeto e determinação.

Amanhã votarei em Dilma. Eu não recebo bolsa-família, não moro em região beneficiada pelo PAC, não comprei a casa própria. O único lucro que tenho com meu “blog sujo” é o prazer de me expressar. Ainda assim, vou votar em Dilma! Porque esse país precisa seguir mudando para que os filhos de meus filhos possam ter tanto orgulho de serem brasileiros quanto eu. Quero que quando eles ouçam, “dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!”, estejam convictos dessa verdade e possam sentir o que sinto!

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Hillary e Irã, a mídia e os fatos


Já pelas tantas de ouvir a reapresentação do alardeado discurso da Srª Clinton, não pude evitar uma comparação exagerada reconheço, mas coerente com o modo de agir dos norte-americanos. O menino rico descobre que o moleque pobre, que não é amigo dele, tem algumas peças para construir um brinquedo igual ao dele. Ele acredita que ser o único a ter esse brinquedinho lhe garante destaque sobre os outros meninos, amigos ou não. É preciso impedir o moleque pobre, castigá-lo por desafiar a ordem já estabelecida. Mas o mundo mudou, os outros meninos e meninas estão crescendo, pensando por si mesmo. Para evitar uma confusão danada no play, dois outros meninotes, que outro dia mesmo eram tratados como moleques, resolvem dar uma ajuda para acalmar os ânimos e todos poderem brincar em paz. O menino rico não aceita, esperneia, chama os serviçais da família, quer bater nos coleguinhas mas não pode. Já não é o mais forte, sem os outros não consegue nem lanchar direito. Manda os servos espalharem que o moleque é mau, pivete, vai destruir o pátio. Não duvido, nem acredito. Quem conhece esse moleque? Quem fala dele sem tomar partido? Não a nossa mídia servil. Continue lendo

O discurso de Hillary Clinton e as perguntas que não calam…


Desde ontem estou assistindo na Tv aberta e por assinatura o entediante discurso “endurecido” da Hillary Clinton. Nas emissoras participantes do Sistema Globo a matéria é divulgada como um impasse nas relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. Pode até ser que estejam certos, mas vamos parar para pensar sobre o que está sendo dito. A Srª Clinton fala da importância das relações com o Brasil, credita a nosso país os méritos de contribuir com situações internacionais, MAS , entre tantas outras situações, prefere destacar nosso papel no Haiti.

Depois de assoprar um pouquinho nosso ego, a imponente Secretaria de Estado dos EUA deu aquela mordida. Depois de ouvir várias vezes o discurso, alguns pontos ficam claros: primeiro é que os Estados Unidos possuem diretrizes “próprias” para definir sua política interna e externa, e não aceitará mudá-las. É a doutrina Obama. Tudo bem, concordo. A isso chamamos soberania, algo de direito de toda Nação. O problema é quando a manutenção da sua soberania pressupõe a intervenção na minha. Será que agora todos os países do mundo são submetidos aos propósitos soberanos norte-americanos? Seremos todos colônias? Devemos então temer o castigo dos insurgentes? Continue lendo