Auxiliar de Educação Infantil – Rio de Janeiro


Empresa do Ramo Educacional contrata um Auxiliar de Educação Infantil

Requisitos: Superior completo em Pedagogia ou Psicologia

Idiomas: Alemão Intermediário

Conhecimentos do Pacote Office

Experiência de pelo menos 1 ano na área

Local: Botafogo

Horário: 12:00h às 18:00h

Salário: R$ 1.514,00 + VR + VT

Interessados encaminhar currículo para curriculos@proworkers.com.br colocando no assunto “Auxiliar de Educação Infantil”

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Cinema para aprender e desaprender


Uma excelente oportunidade para quem quer saber mais sobre como se faz cinema: a UFRJ vai oferecer curso de extensão mostrando como a experiência do cinema pode colaborar no processo educacional. O curso visa aproximar professores e alunos da experiência do cinema. Na primeira parte, introduz brevemente algumas de suas teorias, em particular o cinema como substituto do olhar, como arte, como pensamento e como manifestação de afetos e simbolização do desejo. Na segunda parte do curso serão apresentados alguns filmes dos irmãos Lumière e, em seguida, uma oficina com os alunos filmando os jardins da Praia Vermelha.

O curso acontecerá no dia 16 de dezembro, de 9:00às 16:00, na Sala de Video (222) Faculdade de Educação (Campus Praia Vermelha, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas). A participação é gratuita, aberta ao público em geral, mas voltado preferencialmente professores da rede pública de ensino. Haverá certificação, emitida pela Pró-reitoria de Extensão Universitária. As inscrições podem ser feitas exclusivamente pelo e-mail: cinead@fe.ufrj.br

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Seleção por eliminação – Cotas


Não voto em quem defende sistema de cotas como solução única para promover a igualdade social. Sistema de cotas pode até fazer parte do processo amplo de estruturação de uma sociedade igualitária, mas como um instrumento pontual, uma etapa enquanto se revitalizam setores sucateados, como vem sendo a educação. Mas o que deveria ser uma parte do meio tem se transformado em fim no garimpo eleitoral. Pode até parecer que não, mas sistema de cotas só legitima a exclusão e a segregação. Quando aceitamos que a sociedade seja “fatiada” para negociação de alguns poucos privilégios, nos enfraquecemos na cobrança daquilo que deveria ser priorizado como direito de todos. Continue lendo

Cabral e o próprio remédio…


Quando o senador Cristóvão Buarque propôs que todo político eleito tivesse que colocar os filhos para estudar em escolas públicas ele estava nos fornecendo a mais brilhante iniciativa para moralizar a gestão dos serviços públicos essenciais. Poderíamos avançar e estender essa obrigatoriedade a saúde, transporte e segurança pública. Seria um excelente estímulo para nossos gestores e legisladores olharem com a merecida atenção o planejamento de setores que afetam direta e significativamente a qualidade de vida dos cidadãos. Eu lembrei desse projeto de imediato, assim que li a notícia de que o Sr. Sérgio Cabral se internou hoje para operar uma ruptura no menisco, cirurgia que deve acontecer  ainda esta noite. Continue lendo

Risadinhas educativas


Muitas saudades e muita correria. Já nem é novidade. Enquanto luto para  tentar organizar meu mails, vou me divertindo com as gracinhas que encontro. A piadinha abaixo encontrei em um deles e resolvi publicar. Além de engraçada e interessante, serve para pensarmos um pouco em como vamos gastar nosso direito de voto. Espero que gostem! Volto logo,

Havia certa vez um homem navegando com seu balão, por um lugar desconhecido. Ele estava completamente perdido, e  grande foi sua surpresa quando encontrou uma pessoa… Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de 10m aproximadamente, ele gritou para a
pessoa:

– Hei, você aí , onde eu estou?

E a jovem respondeu:

– Você está num balão a 10 m de altura!

Então o homem fez outra pergunta:

– Você é professora, não é?

A moça respondeu:

– Sim…Puxa! Como o senhor adivinhou?

E o homem:
– É simples, Você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada…

Então a professora pergunta:

– O senhor é secretário da educação, não é?

E o homem:

– Sou…Como você adivinhou???

E a Professora:

– Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa no professor.

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Que tipo de pessoa incentiva a guerra?


Bem, já que agora a moda é todo mundo dar peruada na casa do outro, vou  fazer meu comentário especializado. Os norte-americanos deviam pegar uma parcela do dinheiro gasto na indústria bélica para investir em educação.  Com urgência. Ou não, pois ai não poderíamos nos divertir com vídeos como esse:

Foi divertido? Não acham que é hora de parar de idolatrar estrangeiros como se fossem todos mais sábios e instruídos do que nós brasileiros?