Dia Internacional de Solidariedade com a Luta do Povo Palestino


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Mavi Marmara, vítimas da covardia.


Algumas cenas filmadas entre os passageiros da flotilha Mavi Marmara, atacada por quinze comandos da Marinha israelense enquanto seguia em missão humanitária para a Faixa de Gaza. Nove ativistas civis turcos morreram na ação.

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Nesta quarta-feira (14), os palestinos inauguraram um memorial pelos nove ativistas turcos assassinados pela Marinha israelense enquanto tentavam levar ajuda humanitária aos habitantes de Gaza. Eles estavam a bordo da flotilha Mavi Marmara.  A cerimônia aconteceu na cidade de Jabalia, na Faixa de Gaza.

Foto AP

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Vamos mesmo continuar calados?


Mais uma vez o mundo acompanha a ação da Marinha de Israel determinada a impedir um navio de ajuda humanitária de chegar a Faixa de Gaza. Acabo de ler que a solução encontrada foi atracar a embarcação em um porto egípcio, descarregar e de lá seguir para a Palestina. Ainda assim, médicos entrarão por uma fronteira e alimentos por outra. Talvez o exército de Israel acredite  que deva suspeitar do resto do mundo. Pelo menos dessa vez eles não mataram ninguém, como aconteceu em maio quando atacaram uma flotilha e mataram nove ativistas civis turcos.

O governo de Israel age como uma criança que após uma doença grave passa a ter todos os desejos atendidos por seus familiares. Se comete erros, logo evoca a lembrança dos tempos de enfermidade. Seja por piedade ou somente para não parecer insensível, os adultos cedem. E ela continua, mimada, egoísta, sem limites ou moral que orientem sua conduta. É, porque o que Israel impõe aos palestinos é imoral, para dizer pouco. Continue lendo