O prejuízo é sempre nosso V


Aproveitei a oportunidade de estar próxima ao Fórum de Campo Grande para verificar a quantas andava meu processo contra o Bradesco. Eu já contei sobre ele anteriormente, nos posts “O prejuízo é sempre nosso“, “O prejuízo é sempre nosso II“, “O prejuízo é sempre nosso III” e “O prejuízo é sempre nosso IV“. Meu advogado me explicou que basta eu comparecer ao cartório com o número do processo e o documento de identidade, me apresentar como uma das partes interessadas, e posso ver o processo. Foi o que fiz. O juiz decidiu a meu favor, fixando valores para ressarcimento e danos morais. Isso ainda em 2010. Agora a coisa se arrasta no cartório. Ou seja, ganhei mas não levei. Entre muitas idas e vindas, e demoras fenomenais, o juiz determinou, no fim de 2011, que fosse expedido um mandado de penhora a ser executado diretamente na tesouraria do banco. Fiquei esperançosa de chegar ao fim dessa jornada. Não sei quanto a vocês leitores, mas eu sou uma pessoa muito dinâmica, sempre envolvida em cumprimento de metas e prazos. Talvez por isso eu não goste de colecionar assuntos pendentes. Continue lendo

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O prejuízo é sempre nosso… – parte III


Como já havia dito, eu tenho algumas reflexões sobre a difícil, e inevitável, relação entre bancos e clientes. Desde o episódio da nota falsa e da necessidade de recorrer ao auxílio jurídico para resolvê-lo tenho pensado muito nisso. E agora compartilho algumas dessas reflexões.

Para começar vamos ao incentivo para o uso dos caixas eletrônicos, home banking, internet e postos não bancários como supermercados, lotéricas e agências do correio. A justificativa para a implantação desses recursos era o melhor atendimento ao cliente, estendido a horários não cobertos pelas agências. Antes da lei que estabelece um tempo máximo de espera pelo atendimento, que muitos ainda não conseguem cumprir, essa parecia a resposta imediata para quem não queria ou não podia ficar horas nas filas. Continue lendo